— Clemente VII (1378-1394)
— Bento XIII (1394-1424)
— (destituído no Concílio de Pisa, em 1409, e novamente em Costança em
1415)
Antipapas:
_Clemente VIII (1423-1429)
— Bento X1V (1425-1430)
Em Pisa
-
Alexandre V: (14O9-141O)
- João XXIII (1410 – 1419)
(Destituído no Concílio de Constança em 1415).
Para se ter uma idéia da confusão que reinava na época entre os
cristãos, basta lembrar que vários santos apoiaram papas considerados
ilegítimos. S. Catarina de Sena, por exemplo, apoiava o papa de Roma,
enquanto S. Vicente Ferrer e o Beato Pedro de Luxemburgo defendiam o
papa de Avinhão.
A Igreja acabou considerando legítimos somente os quatro papas romanos
e antipapas os de Avinhão e Pisa.
O Concílio de Constança (1414-1418) pôs fim ao grande Cisma com a
eleição de Martinho V.
(EXTRAÍDO DO LIVRO
CATÓLICO: OS PAPAS, A. PINTONELLO, EDIÇÕES PAULINAS.
Tivemos também
o Papa Leão X contemporâneo de Lutero que não cria na eternidade...
Os Papas S
Clemente e Gelasio I nunca aceitaram a Transubstanciação, diziam que
"A natureza do pão e do vinho não se alteram". Mas o Papa Inocêncio
III, ano 1198, forçou e "decretou' a transubstanciação!
Como não é
possível acarear esses papas os padres de hoje deveriam estudar a
Bíblia pôr si mesmos. Entre centenas de teólogos católicos que
discordaram da transubstanciação temos o Abade de Fulda, Rubano Mauro
e o Monge Ratramno do mosteiro de S. Pedro que diziam "A benção não
altera a substância." Também S. João Crisóstomo resistia e Santo
Agostinho parecia zombar quando escreveu. "Não se pode engolir Aquele
que subiu vivo para o Céu". Mas a ignorância tomou-se moléstia geral
Muitos bispos e
padres divergem de muitos dogmas que se fossem abolidos aplaudiriam,
ensinam pôr Ofício. Necessitam da transubstanciação. Do Culto às
imagens, do Purgatório e outras crendices para manter o sistema em pé.
Se forem removidas, o catolicismo cai!
Divorciada dos
Evangelhos a Igreja não consegue gerar seus próprios sacerdotes. "No
Brasil a metade dos padres são estrangeiros" informa dom Luciano na
Revista Veja de 30 de janeiro de 1980.
O Estado do
Vaticano é contra o divórcio, ficam "angustiados" quando ele é votado
nos países católicos mas mantém o "Tribunal de Rota" que anula
casamentos de casais ilustres pôr grandes somas de dinheiro.
Induzem
consciências sensíveis escravizando-as. Ha centenas talvez milhares de
moças e senhoras, sem identidade, envelhecendo enclausuradas em
lúgubres conventos devido a fé falsa que receberam. Ninguém sabe que
tipo de tratamento recebem. O Catolicismo deveria recuperar suas
mentes distorcidas, abrir os portões, devolvendo-as à sociedade.
Cristo nunca propôs uma instituição assim. Ele disse que "Não se deve
esconder uma luz". (Evangelho de Lucas 11:33)
Também o Vaticano
não está em condições de falar sobre "Direitos Humanos" pôr conflitar
com a história da Igreja. Falta espaço para comentar esse assunto, mas
presentemente estão bloqueando o pedido insistente de 6 mil padres que
desejam deixar a batina. (Est.S. Paulo 13-2-80). Mesmo assim, 1.264
padres deixaram a batina em 1982 e nos últimos 8 anos em todo mundo
34.144 padres desertaram. (Inf. o Vaticano, Est. S. Paulo de 11-9-84).
O afã de
apresentarem-se como Estado político e religioso os tem levado a
contradições:
Temendo o
Comunismo abrigam-se no Ocidente, mas pôr desgraça, se houver uma
reviravolta na política, esperam sobreviver porque "jogam nos dois
times... "
Nunca se ajeitaram
com Democracia e Liberdade. Reclamam esse direito somente nos países
onde não dominam. Pio IX disse que "A Liberdade de Consciência foi o
mais pestilento de todos os erros". (Encic. de 15-8-1954).