Apesar da
utilização dos mais variados temas de ordens proféticas, épicas,
filosóficas e políticas, foi no aspecto espiritual que os "literatos"
tiveram destaques e influências. Isso ficou patente ao observarmos
que, até hoje, atitudes análogas obedecem a parâmetros oriundos desses
escritos. Vale ressaltar também a esta altura, que ao longo do tempo –
principalmente no aspecto religioso – são vastas as criações
literárias e as concepções que nortearam o procedimento da humanidade.
Tais ideais, que passaram a ter força de doutrinas, têm respondido por
inúmeras posturas ao longo dos séculos.
Deixando de lado
os escritos de cunho pluralista, isto é, os de demais gêneros,
ateremo-nos tão somente aos de ordem religiosa, tendo em vista o
interesse em abordar, intrinsecamente, os aspectos relacionados ao
"cristianismo", cuja gama doutrinária está empregnada de caracteres
inerentes aos escritos apócrifos.
EVANGELHO: O que
vem a ser realmente o verdadeiro Evangelho? Qual seria realmente seu
significado, e que conseqüências trouxe à humanidade seu advento e
proclamação? "Pois não me envergonho do
evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo
aquele que crê..."(Rm. 1:16).
"...eis aqui vos trago boa nova de grande alegria, que o será
para todo o povo: é que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador,
que é Cristo, o Senhor" (Lc.2:10-11). "Ela dará à luz um
filho e lhe porá o nome de Jesus, porque ele salvara o seu povo dos
pecados deles" (Mt. 1:21). "Porque pela graça sois
salvos, mediante a fé; e isto não vem de vos, é dom de Deus..."
(Ef. 2:8). A grosso modo, dir-se-ia que Evangelho é o
conjunto de doutrinas de Cristo. Sem perdermos o contato dessa visão,
poderemos defini-lo como sendo algo muito mais expressivo.
Como a própria Escritura o define, Evangelho diz respeito às boas
novas ou novidades. É também algo maravilhoso que muito tem a ver com
a condição do ser humano. Gestado em épocas remotas em outras esferas,
tendo sido anunciado pelos profetas pouco antes de seu surgimento,
iria modificar sobremaneira o relacionamento da criatura humana com o
Criador. Diríamos que seu alicerce foi lançado no passado, com
implicações no presente e conseqüências vitais para o futuro.
Vida e descanso
eternos: a meta do Evangelho que o Pregador máximo aufere àqueles que
são transformados em filhos de Deus, pela crença e fé em seu nome. Tão
séria foi a maneira de tratar esse aspecto que um dos escritores
anteviu, em arrebatamento, a habitação eterna daqueles que se
enquadraram no plano de salvação delineada pelo Evangelho. Naquela
esfera de gozo, o Senhor Deus recebia as adorações de seus súditos,
fruto dessa maravilhosa dádiva auferida pelo Senhor Jesus. Sendo o
Evangelho de Cristo um conjunto de doutrinas – como definem os
dicionários – ele possui a essência das diretrizes para a vida eterna,
ou vida além-túmulo para muitos. Apesar do vocábulo possuir um caráter
bastante restrito no que tange à sua definição, bem como de seu
significado e prerrogativas, o aspecto futurista mereceu ser explorado
por plêiades de "iluminados" que fizeram surgir uma gama enorme de
concepções, nas quais foram embasadas muitas doutrinas que deram à luz
vasta criação lítero-doutrinária.
Não bastando as
incursões de manipuladores alheios aos parâmetros específicos do
Evangelho essência, grosso contingente de ideologias impregnadas de:
mitologia, misticismo, esoterismo e outros ismos, propiciaram elevado
número de obras apócrifas com propostas alheias. Ante ao avassalador
resultado do direcionamento a que foram submetidos legiões de
seguidores desses outros "evangelhos", cujos propagadores foram
classificados de anátemas, como disse Paulo no texto em epígrafe:
"Mas ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos
pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema"(Gal.1:8),
a eficácia dos pseudos evangelhos – engendrada muitas vezes por
manifestações malignas – tem por finalidade desviar os incautos do
verdadeiro norte. As sutilezas do "autor" fazem com que as
indumentárias dessas "boas novas" sejam quase idênticas às roupagens
do verdadeiro Evangelho de Cristo. Não poderia ser diferente.
Estabelecido o
caráter antagônico entre os "evangelhos" e o Evangelho propriamente
dito – que é o da graça cujos méritos pertencem unicamente ao Eterno –
à guisa de elucidação, poderemos apresentar as propostas de algumas
doutrinas inseridas no contexto, as quais se divorciam à milhas dos
postulados cristãos. Estabelecer parâmetros é fazer distinção entre o
essencial, o supérfluo e o maligno, como dizem os escritos sagrados:
"não pode existir comunhão entre as trevas e a
luz, entre crédulos e incrédulos". Também não
pode haver identidade, entre o objetivo e o subjetivo, entre o profeta
e o falso profeta, entre o caminho da vida e o caminho da morte. Com
base nesses antagonismos, serão apresentados alguns ensinamentos
doutrinários muito em voga, divorciados da realidade bíblica.
Consta nos
alfarrábios doutrinários que o ser humano aufere graças de pessoas
mortas, tidas como santas, as quais estão no paraíso. Segundo essa
doutrina, os denominados santos por terem uma vida plena de santidade
e realizado obras beneméritas em benefício aos semelhantes, hoje no
céu, têm o poder de doar graças que sobraram do muito que fizeram aqui
na terra. Como somente uma parte foi necessária à sua entrada no céu,
as sobras estão à disposição de quem as solicitem a eles, através de
preces.
Este tipo de
"evangelho" enaltece a salvação pela prática de boas obras. Esta
postura, enquanto desvia o pobre e ignorante fiel do verdadeiro
Evangelho da graça, procura retirar de Cristo parte de seu poder, ao
mesmo tempo que O contradiz quando ele disse: "Todo poder me
foi dado na terra como no céu...". Como pode um ser
limitado, ainda que santificado, distribuir excessos de virtudes
depois de morto? Além do mais, o próprio Deus proibiu que o povo
consultasse os mortos: "...não achará entre ti
quem consulte os mortos..." (Dt. 18:11). Se a salvação é dom
gratuito de Deus mediante a fé. Se Cristo pagou toda culpado do ser
humano na cruz, tendo dito que tudo estava consumado, porventura
poderia alguém ser salvo praticando boas obras? Mesmo sem passar pelo
sangue remidor do Cordeiro?
Paralelamente a
esse tipo de "evangelho", um outro despontou com galhardia nas era
negras das contingências sócio-religiosas. Trata-se da inclusão de um
nome bastante familiar nesse contexto, o qual divide com o Redentor e
o "auxilia" em suas atribuições remidoras, bem como o poder de doar
graças àqueles que rogam em seu nome. Com esse procedimento, os
"teólogos" da época proclamaram um evangelho adulterado, passando por
cima do maravilhoso enunciado das Escrituras: "...só há um
Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem..."
(1a Tm. 2:5). Cristo padece, verte seu sangue, morre
crucificado pela humanidade, e alguém o "auxilia" em sua empreitada.
Muito interessante!. "Sem derramamento não há remissão...".
"Enquanto faço o
bem aqui na terra, estou mandando "tijolinhos" para minha casa
celestial", confessa alguém. Outro pseudo evangelho cujos adeptos
procuram atingir a perfeição e consequentemente o estágio máximo,
servindo-se das desgraças alheia para se purificarem de suas mazelas.
Tudo sem passar pelo sangue remidor de Cristo."...pelas graça
sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vos, é dom de Deu; não
de obras para que ninguém se glorie"(Ef. 2:8-9).
Anexado à essa concepção, desponta também a doutrina dos ciclos
vitais aos quais estão "fadados" o ser humano. Um nascer e morrer
sucessivos até os píncaros da perfeição absoluta, num iluminismo
espiritual pleno, contido numa aura esplendorosa. Este postulado é uma
afronta às Escrituras que diz: "E, assim como aos homens está
ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo..." (Hb.9:27),
evidentemente que os detentores dessa doutrina, ao negarem as
Escrituras, estão sob esse mesmo juízo.
De origens
orientais dotados de concepções filo-religiosas, as quais cultuam o
poder mental, a natureza – esta sendo e contendo o próprio Deus(Panteismo)
– e as virtudes do homem como ponto máximo da expressão humana, mais
um dos "evangelho" desprovido da essência cristã vem anexar-se ao rol
dos que possuem orientações antagônicas ao Evangelho de Cristo.
Seicho-no-ie e Perfect Liberty são exemplos. Ao cultuar a natureza, o
belo, as virtudes, os antepassados e a criatura em detrimento do
Criador, os adeptos dos sistemas orientais estão – como qualquer um
que fuja aos princípios cristãos – inseridos no contexto referido por
Paulo em Rom. 1:12-27, passíveis por tanto, de serem agraciados com a
"entrega" às situações infames, pelo próprio Senhor Deus.
Tão perniciosos
quanto os "evangelhos" supramencionados, despontam aqueles que se
fundamentam em atos que ocorreram com os apóstolos e com o próprio
Cristo. É fato sabido pelas Escrituras que Jesus e os apóstolos
curaram, expulsaram demônios e praticaram muitas ações inerentes à
missão. Esses fatos que podemos denominar de acidentais, nada mais
eram que conseqüências advindas da Causa Suprema, com a finalidade de
glorificar a pessoa do Pai. Recorrendo ao princípio da causa/efeito,
dir-se-ia que causa seria o Evangelho Essência e o efeito os atos
praticados como elementos secundários, visando um fim proveitoso. O
cerne da missão de Cristo, é a verdadeira boa nova que reconcilia o
homem ao seu supremo Criador, independe de quaisquer concursos humanos
no sentido de redimir a criatura decaída, a não ser sua propagação.
Anunciar os efeitos como base doutrinária, em detrimento da Causa que
está diretamente ligada à parte espiritual, seria inserir um evangelho
descaracterizado do genuíno Evangelho da graça. Isso sem falar na
supervalorização das línguas.
Mas... onde reside
a periculosidade nessa "boa nova" tão largamente difundida hoje? Para
respondermos essa questão, uma incursão aos movimentos denominados
carismáticos se faz necessário. Essas correntes dão muito mais ênfase
ao que pode acontecer aos fiéis nos aspectos físico e social que
propriamente aos de cunho espiritual. Apelam pela libertação dos males
físicos, pela aquisição de bens materiais, uso em larga escala de
objetos com teores místicos tais como: rosa mística, água orada,
torrão da Terra Santa, água do Rio Jordão, amuletos e uma infinidade
de práticas que desvirtuam o verdadeiro Evangelho. Esses expedientes
desviam as atenções dos fiéis que deveriam ser dirigidas unicamente ao
Cristo crucificado, único Mediador. Esses elementos constituem-se em
poderes paralelos que funcionam como um outro senhor. Até nos meios
ditos evangélicos o Senhor Jesus possui concorrentes. Por que as
comunidades desse quilate estão sempre lotadas? Uma observação, ainda
que superficial, revela-nos que a maioria está interessada em
livrar-se dos males físicos, bem como na obtenção da tão propalada
prosperidade. Quanto a responsabilizar o pecador e anunciar o novo
nascimento poucos o fazem.
A maneira de
encarar o aspecto religioso valendo-se de expedientes nada
recomendáveis quanto ao plano espiritual, tem transformado o meio
evangélico em motivo de chacota. Isso fica patente quando observamos
indivíduos que, ontem eram serventes de pedreiros, hoje são tidos como
pastores, sem nenhum preparo. Muitos que se serviam de uma velha
bicicleta hoje transitam em carrões do ano, enquanto boa parte dos
fiéis continua na penúria. Realmente, em certos casos a grande parcela
dos movimentos que apregoam evangelhos mesclados por conceitos
materiais, transformaram-se em verdadeiras minas a auferir polpudos
dividendos aos cofres de líderes inescrupulosos. Viva a prosperidade!
Isso sem falar na pessoa de Jesus transformada em um Cristo místico.
Com muita freqüência ouve-se apelos no sentido de receber as benesses
que a religião pode proporcionar. A mensagem desnudando o pecador,
fazendo-o reconhecer que é um miserável, necessitado de arrependimento
e que sem Cristo está irremediavelmente perdido, quase não se ouve nos
altares dessas greis. Se isso acontecesse como causa suprema da
pregação do Evangelho essência, muitas dessas assembléias não estariam
tão lotadas...
Nota-se ainda
nesse meio certas posturas em que até o próprio Deus fica submisso à
vontade do pregador. Ao enaltecer extremamente o ser humano, exalta-o
a ponto de dizer que "Deus é obrigado a dar bens às pessoas". Parece
que tudo gira em torno da criatura humana, propiciando uma inversão de
valores. No universo religioso é o teocentrismo cedendo lugar ao
homocentrismo..."Mas ainda que nós, ou um
anjo vindo do céu vos
pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema"
(maldito). Gl.1:8. Como estão distantes do cerne, do Caminho que
conduz à vida eterna! Paulo anunciava o Evangelho de Cristo, aquele
que aponta o norte para um novo nascimento. Anunciava a salvação pela
graça de Deus independente do esforço humano, a não ser que deveria
crer no nome do Senhor Jesus e ter fé. Sim, de fato não temos relato
de que Paulo ou outros apóstolos conclamavam o povo a se mirar em
objetos místicos funcionando como um segundo senhor.
Visando acentuar
as distorções, nos meios eclesiásticos, asseverou um escritor: "Há
dois tipos de cultos predominantes entre as formas utilizadas nos
meios religiosos que fogem dos padrões do Evangelho da graça: O culto
verdadeiro ao deus falso e o culto falso ao Deus verdadeiro". De ambos
não se sabe qual é o mais pernicioso. Cremos ser de bom alvitre
engloba-los sob o mesmo prisma, tendo em vista que ambos são
abomináveis ao Senhor. Considerando esse caráter escuso presente nas
formas adotadas pelos que detêm os oráculos chamados divinos,
certamente é grande o número de elementos inseridos no contexto, sobre
os quais repousam toda força do vocábulo "anátema". Se os enunciados
apresentados por esse tipo de evangelho estão em dissonância com o
Evangelho essência; que não incitam o ser humano a reconhecer-se
pecador, que necessita arrepender-se, carente de salvação e que
precisa nascer de novo; ao invés disso somente oferecem benefícios
físicos e materiais, certamente estão fornecendo verdadeiros atestados
alternativos que os colocam como autênticos anátemas. "Assim
como já dissemos, e agora repetimos; se alguém vos prega evangelho
além daquele que recebeste, seja anátema" (Gl.
1:9). "Buscai primeiro o reino de Deus e sua Justiça, e as
demais coisas vos serão acrescentadas". É isto que ocorre?
Infelizmente não! Nos casos expostos a causa é absorvida pelo
efeito. Ela existe em função da conseqüência, quando deveria ser o
contrário: primeiro a causa depois os efeitos.
Consta do
corolário doutrinário uma cláusula que reza existir entre vivos e
mortos uma relação tal que ambos praticamente se fundem(como já vimos
antes). Que os vivos devem interceder pêlos mortos e vice-versa.
Transportando esses dogmas estranhos à Palavra de Deus à linguagem
científica, dir-se-ia que ocorre uma verdadeira "simbiose", onde há
troca de substâncias entre os dois extremos. Lembramos do caso da
formiga e o pulgão. Em troca de uma substância adocicada secretada
pelo pulgão, a formiga lhe oferece proteção, impedindo o ataque de
predadores ao indefeso ser. Realmente, a aberração da intercessão aos
mortos está registrada nas páginas de um "evangelho" apócrifo
denominado Macabeus. Perguntaríamos neste caso: Não poderia ser
aplicado as proibições do Senhor Deus? Disse Ele:
"Não se achará entre ti (...) quem consulte
os mortos; pois todo aquele
que faz tal cousa é abominação ao Senhor; e pôr estas abominações o
Senhor teu Deus os lança de diante de ti". (Dt.18:11-12).
Como estará
reagindo o Senhor Jesus sabendo que seu poder é considerado limitado;
que seu sacrifício na cruz (parece) não ter sido suficiente; havendo a
necessidade de que milhares de intercessores que O "ajudem" em suas
funções? Quantos "mediadores", ou concorrentes possui o Senhor!
Como num apêndice,
poderemos dar asas à confirmação acrescentando: Jamais Paulo anunciou
poderes paralelos ao Evangelho da graça. Nunca encontraremos em suas
epístolas o apóstolo conclamando seus ouvintes e neo-convertidos a
rogarem à mãe de Jesus no sentido de auferir graças e mediações. Muito
menos incentivando a malfadada indulgência com apelo aos santos mortos
do passado. Ainda não se verifica apelos no sentido de um
direcionamento a objetos místicos e imagens representativas. Paulo e
todos os demais apóstolos, anunciavam única e exclusivamente o
Evangelho da graça. Mediante a crença através da fé somente em Cristo,
as pessoas eram libertas de sua condição servis ao pecado. De maneira
alguma eram incitados às práticas divorciadas da realidade cristã como
fazem em nossos dias. Como testemunho da inteira exclusividade do
Evangelho anunciado pela Palavra de Deus, desafiamos a qualquer um
provar que Paulo, ou qualquer dos apóstolos, tenham assumido quaisquer
atitudes que dêem margem às interpretações esdrúxulas, alheias à
pessoa de Cristo. Se porventura alguém encontrar Paulo defendendo as
indulgências, que são as relações de mortos e vivos; incitando os
membros da Igreja Primitiva a buscarem na virgem Maria graças e
mediações; determinando a adoção de imagens como referenciais dos
santos do passado; e a utilização de objetos com teor místico e outras
adesões estranhas ao Evangelho, deixaremos de defender a essência una
e exclusiva de Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens(1a
Tm.2: 5). A bem da verdade e em nome do Evangelho de Cristo, ficamos
apenas com as atribuições relativas à Trindade para não cairmos em
contra-senso. Introduzir figuras de criaturas do passado e coisas
funcionando como "auxiliares" ao Senhor Jesus, é admitir um outro
evangelho. Nesta condição estão classificados como anátemas como
frisou muito bem o apóstolo em Gl. 1: 8-9.
Fôssemos
prosseguir na enorme lista dos evangelhos apócrifos, iríamos longe,
dado a grande quantidade de doutrinas à disposição do inimigo do
verdadeiro Evangelho da graça que " é o
poder de Deus" .
Como nossa visão cristã repousa somente na Palavra inspirada do
Senhor, onde há suficiência de elementos à uma vivência eficaz, só nos
resta permanecer somente no Evangelho do Senhor Jesus:
"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;
ninguém vem ao Pai a não ser por mim"
(Jo. 14:6).
Fonte:Cilas
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