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Por
Claudionor Corrêa de Andrade
Introdução
Em 1923, o
missionário sueco Gunnar Vingren, um dos fundadores da Assembléia de
Deus no Brasil, fora informado de que um certo movimento pentecostal
começava a alastrar-se por Santa Catarina. Sem perda de tempo,
Vingren deixou Belém do Pará, berço do pentecostalismo brasileiro, e
embarcou para o Sul. No endereço indicado, veio ele a constatar:
"Não se tratava de pentecostes, mas de feitiçaria e baixo
espiritismo".
Embora fervoroso
pentecostal, Gunnar Vingren não se deixou embair pelo emocionalismo
nem pelas aparências. Ele sabia que nem tudo o que é místico, é
espiritual; pode brilhar, mas não é avivamento. O misticismo
manifesta-se também em rebeldias e mentiras. Haja vista as seitas
proféticas e messiânicas.
Teve o nosso
pioneiro, como precavido condutor de ovelhas, suficiente
discernimento para não aceitar aquele arremedo de pentecostes. Fosse
um desses teólogos que colocam a experiência acima da Bíblia
Sagrada, o pentecostalismo autêntico jamais teria saído do
nascedouro.
Entre as
manifestações presenciadas por Gunnar Vingren, achava-se o "cair no
poder" que, já naquela época, era conhecido também como
"arrebatamento de espírito". À primeira vista, impressionava; fazia
espécie. Não resistia, contudo, ao mínimo confronto com as
Escrituras. E nada tinha a ver com as experiências semelhantes que
se acham nas páginas da Bíblia.
Irreverente e
apócrifo, esse misticismo não se limitou à geração de Vingren.
Continua a assaltar a Igreja de Cristo com demonstrações cada vez
mais peregrinas e contraditórias. O seu alvo? Levar a confusão ao
povo de Deus. No combate a tais coisas, haveremos de ser enérgicos,
sábios e convincentes. Mas sempre equilibrados. Através da Bíblia,
temos a obrigação de mostrar a pureza e a essência de nossa crença,
e a "batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos" (Jd 3).
Neste artigo,
detenhamo-nos no fenômeno do "cair no Espírito". Até que ponto há de
ser aceito? Como lhe aferir a legitimidade? É realmente
indispensável ao crescimento da vida cristã? Vejamos, a seguir, como
esse movimento ganhou notoriedade em nossos dias.
I - O
Que é o "Cair no Espírito"?
Embora não seja
alguma novidade, o "cair no Espírito", como vem sendo caracterizado,
começou a ganhar notoriedade a partir de 1994. Neste ano, a Igreja
Comunhão da Videira do Aeroporto de Toronto, no Canadá, passou a ser
visitada por milhares de crentes - todos à procura de uma bênção
especial. Ao contrário das demais igrejas pentecostais, que buscam
preservar a ortodoxia doutrinária, a Igreja do Aeroporto, como hoje
é conhecida, granjeou surpreendente notoriedade em virtude das
manifestações que ocorriam em seus cultos.
Dizendo-se
cheios do Espírito, os freqüentadores dessa igreja começaram a
manifestar-se de maneira estranha e até exótica. Em dado momento,
todos punham-se a rir de maneira incontrolável; alguns chegavam a
rolar pelo chão. Justificando essa bizarria, alegavam tratar-se de
santa gargalhada. Ou gargalhada santa? Outros iam mais longe: não se
limitavam ao estrepitoso dos risos; saíam urrando como se fossem
leões; balindo, como carneiros; ou gritando, como guerreiros. E
ainda outros "caíam no Espírito".
À primeira
vista, tais manifestações impressionam.
Impressionam
apesar de não contarem com o necessário respaldo bíblico.
Entretanto, não podemos nos deixar arrastar pelas aparências nem
pelo exotismo desses "fenômenos". Temos de posicionar-nos segundo a
Bíblia que, não obstante os modismos e ondas, continua a ser a nossa
única regra de fé e conduta.
II - O
Cair no Espírito na Bíblia
Nas Sagradas
Escrituras, o cair no Espírito não chega a ser um fenômeno; é mais
uma reação reverente diante do sobrenatural. Registra-se apenas,
tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, 11 casos de pessoas que
caíram prostradas, com o rosto em terra, em sinal de adoração a
Deus. E tais casos não se constituem num histórico; são episódicos
isolados. Não têm foro de doutrina, nem argumentos para se alicerçar
um costume, nem para se reivindicar uma liturgia; não podem
sacramentar alguma prática. Afinal, reação é reação; apesar de
semelhantes, diferem entre si. Como hão de fundamentar dogmas de fé?
Verifiquemos,
pois, em que circunstâncias deram-se os diversos casos de cair por
terra nos relatos bíblicos.
1. A
força de uma visão nitidamente celestial
As visões, na
Bíblia, tinham uma força impressionante. Agitavam, enfraqueciam e
até deitavam por terra homens santos de Deus. Que o diga Daniel. Já
encerrando o seu livro, o profeta registra esta formidável
experiência: "Fiquei, pois, eu só e vi esta grande visão, e não
ficou força em mim; e transmudou-se em mim a minha formosura em
desmaio, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas
palavras; e ouvindo a voz das suas palavras, eu caí com o meu rosto
em terra, profundamente adormecido" (Dn 10.8,9).
Em sua primeira
visão, Ezequiel também se assusta com o que vê. Ele se apavora:
"Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo
isso, caí sobre o meu rosto" (Ez 1.28). Sem liturgia, ou intervenção
humana, o profeta prostra-se todo. E quem não haveria de se
prosternar? Mesmo o mais forte dos homens, não se agüentaria diante
de tamanho poder e glória. Recurvar-se-ia; lançar-se-ia com o rosto
em terra.
Mais tarde,
encontraremos Ezequiel noutro caso de prostração: "E levantei-me e
saí ao vale, e eis que a glória do Senhor estava ali, como a glória
que vira junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto" (Ez 3.23).
Quem não cairia ante as singularidades da glória de Deus? Quem a
resistiria?
Já no final de
seus arcanos, Ezequiel vê-se constrangido a comportar-se de igual
maneira: "E o aspecto da visão que vi era como o da visão que eu
tinha visto quando vim destruir a cidade; e eram as visões como a
que vira junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto" (Ez 43.3).
Nesses casos, as
visões divinas foram tão fortes que levaram tanto Ezequiel como
Daniel a caírem por terra. Noutras ocasiões, porém, a ocorrência de
visões, igualmente poderosas, não provocou alguma prostração. Haja
vista o caso de Isaías. Embora se mostrasse aterrorizado e
compungido com a visão do trono divino, não se menciona ter o
profeta caído por terra. Isto significa que as experiências, embora
semelhantes, possuem suas particularidades e idiossincrasias. Isto
é: cada experiência, ou encontro com Deus, é única. Seria tolice
pretender repeti-las para que a sua repetição adquirisse foros de
doutrina.
2. O
impacto de um encontro com Deus
Além das visões,
certos encontros com Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento,
levaram à prostração. Mencione-se, por exemplo, o que aconteceu a
Saulo no caminho de Damasco. O encontro com Jesus foi tão
formidável, que forçou o implacável perseguidor a cair por terra, e
a reconhecer a autoridade e a soberania do Filho de Deus: "E caindo
em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me
persegues?" (At 9.4).
Como nos casos
anteriores, nada havia sido programado. Saulo foi levado a
recurvar-se em virtude da sublimidade do Senhor Jesus. Noutras
ocasiões, porém, os encontros com Deus deram-se de maneira suave. A
entrevista de Natanael com Jesus é um exemplo bastante típico dessa
suavidade tão santa. O que também dizer do encontro de Gideão com o
anjo do Senhor? Ou do encontro de Jeremias com Jeová? Este encontro
veio na medida certa; veio de acordo com o caráter suave e
melancólico do profeta. Mas tivesse Jeremias o temperamento colérico
de Paulo, certamente o Senhor teria agido com impacto para que o
vaso fosse quebrado e moldado conforme a sua vontade. Como se vê, as
experiências variam de acordo com as circunstâncias e a
personalidade das pessoas envolvidas no plano de Deus.
3.
Diante da autoridade de Cristo
A autoridade do
nome de Cristo é mais que suficiente para fazer com que todos os
joelhos dobrem-se diante de si. Aliás, chegará o momento em que
todos os seres, quer nos céus, quer na terra, quer sob a terra, hão
de se curvar diante da infinita grandeza do nome do Senhor Jesus:
"Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que
é sobre todo o nome para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho
dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda
língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus
Pai" (Fp 2.9,10).
Na noite de sua
paixão, o Senhor demonstrou quão grande era a sua autoridade:
"Quando, pois, (Jesus) lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por
terra" (Jo 18.6). Ao contrário dos casos anteriores, nessa passagem
quem cai por terra são os ímpios. Recurvam-se estes não em sinal de
reverência a Deus, mas em razão da autoridade e soberania
irresistíveis de Cristo.
Caso semelhante
ocorreu com Ananias e Safira. Ambos caíram por terra em decorrência
de sua iniqüidade: "Disse então Pedro: Ananias, por que encheu
Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e
retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a, não ficava para
ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este
desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. E
Ananias, ouvindo estas palavras caiu e expirou. E um grande temor
veio sobre todos os que isto ouviram" (At 5.3-5).
Casos como esses
não são raros. Em nossos dias, muitos são os ímpios que, por se
levantarem contra os escolhidos do Senhor, caem por terra e, às
vezes, fulminados.
Noutras
ocasiões, porém, o Senhor revelou-se de maneira tão suave, que se
faz homem diante dos homens. Que encontro mais doce do que aquele
que se deu junto ao poço de Jacó? O Senhor revela-se de maneira
surpreendentemente afável à mulher samaritana. E a experiência de
Nicodemos? Ou a de Zaqueu?
III -
Como os Legítimos Representantes de Deus Portaram-se Quando Alguém
Caía por Terra?
Ao contrário dos
que hoje portam-se como deuses diante de virtuais casos de
prostração, os apóstolos de Cristo jamais aceitaram tal deferência.
Em todas as instâncias, procuravam sempre glorificar ao nome do
Senhor. Em casos semelhantes, até os mesmos anjos agiram com
reconhecida e santa modéstia.
Tendo Pedro
chegado à casa de Cornélio, a primeira reação deste foi cair de
joelhos diante do apóstolo. "Mas Pedro o levantou, dizendo:
Levanta-te, que também sou homem" (At 10.25,26). O que fariam os
astros do evangelismo dos dias atuais? Humilhar-se-iam como o
apóstolo? Ou usariam o evento para incrementar o seu marketing
pessoal?
Mesmo um
poderoso anjo não se aproveitou da ocasião para atrair a si as
glórias devidas somente a Deus. O relato é de João: "Prostrei-me aos
seus pés para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal, porque eu
sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as
palavras deste livro. Adora a Deus" (Ap 22.8,9).
O anjo bem sabia
que o apóstolo prostrara-se aos seus pés por uma circunstância
bastante especifica: não há ser humano que não se extasie diante do
sobrenatural. A aparição de um ente celestial sempre perturbou os
pobres mortais. Nos dias dos juízes, acreditava-se que a visão de um
anjo significava morte certa. Por isso, a primeira reação de uma
pessoa ao ver um anjo era curvar-se diante do ser angelical. Quem
poderia resistir a tanta glória?
Os anjos, porém,
recusavam tal deferência. Houve ocasiões em que o anjo do Senhor
aceitou elevadas honrarias. Como conciliar tais questões? No Antigo
Testamento, sempre que isso ocorria, era devido a presença de um ser
especial, que alguns teólogos não vacilam em apontar como a
pré-encarnação de Cristo. De uma forma ou de outra, os anjos eram
santos o suficiente para agirem com modéstia e humildade, tributando
a Deus todo poder e toda a glória.
Que esta também
seja a nossa postura! Quando, por alguma circunstância, alguém cair
a nossos pés, levantemo-lo para que tribute a Deus, e somente a
Deus, toda a honra e toda a glória. E jamais, sob hipótese alguma,
induzamos alguém a prostrar-se com o rosto em terra, pois isto
contraria a ética e a postura que o homem de Deus deve ter.
IV - Nas
Efusões do Espírito Santo de Atos dos Apóstolos Houve Casos de
Prostração?
Na ânsia por
justificar o cair por terra que, como já dissemos tem de ser visto
como episódio e não como histórico, muitos teólogos chegam a colocar
tal reação como se fora uma das evidências da plenitude do Espírito
Santo. Que pode haver prostração quando da efusão do Espírito, não o
negamos. Pode haver, mas não tem de haver necessariamente, nem
precisa haver para que se configure o derramamento do Espírito
Santo. A prostração não pode ser vista como evidência, mas como uma
reação ocasional e esporádica.
Nos diversos
casos de efusão do Espírito Santo, nos Atos dos Apóstolos, não se
observou algum caso de prostração. No dia de Pentecoste, segundo
no-lo notifica o minucioso e detalhista Lucas, estavam todos
assentados no cenáculo (At 2.2). Na casa de Cornélio, onde o
Espírito foi derramado pela primeira vez sobre os gentios, também
não se observou o cair por terra (At 10.44-47). Entre os discípulos
de Éfeso também não se registrou alguma prostração (At 19.6).
Em todos esses
casos, porém, a evidência inicial e física do batismo no Espírito
Santo fez-se presente. Conclui-se, pois, que não se deve confundir
evidência com reação. A evidência é a mesma em todos os que recebem
a plenitude do Espírito Santo. A reação, todavia, varia de pessoa
para pessoa.
Mesmo quando o
lugar santo tremeu, não se observou caso algum de prostração (At
4.31). Poderia ter havido? Sim! Mas não necessariamente.
Conclusões
Daquilo que até
agora vimos acerca do "cair no Espírito", podemos tirar as seguintes
conclusões, tendo sempre como base as Sagradas Escrituras:
1. Não se pode
realçar a experiência, nem guindá-la a uma posição superior à da
Palavra de Deus. A experiência é importante, mas varia de pessoa
para pessoa; cada experiência é uma experiência; tem suas
particularidades. A experiência tem de estar submissa à doutrina, e
não há de modificar, por mais extraordinária que seja, nenhum artigo
de fé.
2. O cair por
terra não pode ser visto nem como evidência da plenitude do Espírito
Santo, nem como sinal de uma vida consagrada. A evidência do batismo
no Espírito Santo são as línguas estranhas; e a vida consagrada tem
como característica o fruto do Espírito. O cair por terra pode ser
admitido, no máximo, como reação esporádica de alguma visitação dos
céus. Se provocado, ou repetido, deixa de ser reação para tornar-se
liturgia.
3. Caso ocorra
alguma prostração, deve-se fazer as seguintes perguntas: 1) Qual a
sua procedência? 2) Teve como objetivo promover o homem ou
glorificar a Deus? 3) Foi usada para catalisar a atenção dos
presentes? 4) Foi provocada por sopros, toques ou por algum objeto
lançado no auditório? 5) Houve sugestão coletiva? 6) Prejudicou a
boa ordem e a decência da igreja? 7) Conta com o respaldo bíblico
suficiente? 8) Tornou-se o centro do culto?
4. Devemos estar
sempre atentos, pois o adversário também opera sinais espetaculares
com o objetivo de enganar os escolhidos: "Surgirão falsos cristos e
falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se
possível fora, enganariam até os escolhidos" (Mt 24.24).
5. Nos diversos
exemplos de prostração que fomos buscar na Bíblia, observamos o
seguinte: Os personagens que se prostraram, ou foram prostrados, em
virtude de alguma experiência sobrenatural, caíram para frente, e
não para trás, como está ocorrendo hoje em algumas igrejas. Não era
algo programado, nem ministro algum induzira-os a cair. Ou seja:
ninguém precisou soprar neles ou neles tocar para que caíssem. Tais
modismos têm levado a irreverência e a bizarria ao seio do povo de
Deus. Há alguns que se tornaram tão ousados que jogam até os seus
paletós a fim de provocar prostrações coletivas. Isto é um absurdo!
É antibíblico!
6. Os casos de
prostração narrados na Bíblia deram-se em virtude da reverência e
temor que os já citados personagens sentiram ao presenciar a glória
divina. No Novo Testamento, o termo usado para prostração é pesotes
prosekinsan que, no original, significa: cair por terra em sinal de
devoção. Em Apocalipse 5.14, a expressão grega aparece para mostrar
os anciãos prostrados aos pés do Cristo glorificado.
7. Voltemos à
questão. Pode acontecer prostração numa reunião evangélica? Pode!
Mas não tem de acontecer necessariamente; pode, mas não precisa
acontecer, nem ser provocada. Caso aconteça, deve ser encarada como
reação e não como fato doutrinário. John e Charles Wesley, por
exemplo, experimentaram um poderoso avivamento, mas jamais elevaram
suas experiências à categoria de doutrina. As heresias nascem quando
se supervaloriza a experiência em detrimento da doutrina. Não
podemos nos esquecer de que algumas das mais notáveis heresias deste
século, como a Igreja Só Jesus, nasceu em pleno período de
avivamento.
8. De uma certa
forma, todo avivamento provoca extremismos. Cabe-nos, porém, buscar
o equilíbrio tão necessário à Igreja de Cristo. Era o que ocorria em
Corinto. Não resta dúvida de que os irmãos daquela comunidade cristã
haviam recebido uma forte visitação dos céus. Todavia, tiveram de
ser doutrinados e disciplinados. A esses irmãos, escreveu Paulo: "E
os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus
não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos
santos" (1 Co 14.32,33).
Finalmente,
jamais devemos abandonar a Bíblia. Ênfases, como o cair no Espírito,
hão de surgir sempre. Não devemos nos impressionar com elas;
tratemo-las com o devido equilíbrio. Pois o equilíbrio bíblico e
teológico há de manter a igreja de Cristo em permanente avivamento.
E o verdadeiro avivamento não extingue o Espírito, mas sabe como
evitar os excessos.
Fonte :
CACP- CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS |